domingo, 30 de dezembro de 2007

Card Infinity [III]

Capítulo 3

O Conto da Floresta

Paulo M. Goulart

A floresta era, sem duvida, o lugar de refugio daqueles que queriam um pouco de silêncio e um momento para refletir. A copa das árvores não deixava muita luz do sol adentrar a pequena selva; iluminava apenas o essencial para se poder caminhar, revelando entre pequenas distâncias uma nova surpresa: flores exóticas, lindos pássaros, micos de varias cores, animais silvestres, grandes árvores do tamanho de prédios e, infelizmente, ações do homem pairavam a toda volta. Freqüentemente, armadilhas eram sempre encontradas, entretanto, muitas vezes seu destino acabava sendo utilizado para fins contrários, capturando adolescentes que vinham até ali para namorar e outras vezes ferindo-os gravemente, assumindo uma posição de contraste entre beleza e perigo. Inúmeras entidades procuravam protegê-la, retirando invasores, exploradores ilegais e recolhendo as armadilhas.
No entanto havia um grave problema: sempre que um grupo de guardas florestais eram recrutados para patrulhar o perímetro acabavam se perdendo no seu interior e reaparecendo dias mais tarde com caras petrificadas de pavor e espanto. Afirmavam que a floresta de Andara era assombrada; alguns contavam que viam espíritos, outros diziam ter visto seres fantásticos, cada história mais absurda que outra. E cada grupo de guardas não se fixava no posto de protetores nem mesmo seis meses. Os cargos se tornaram indesejados por muito, ninguém queria ir para esse lugar tampouco apareciam candidatos dispostos a encarar a imensidão verde. Sem duvida a floresta possuía um tom de mistério e de segredos, isso era o suficiente para assustar a todos. Os que freqüentavam o lugar nem se atreviam a adentrá-la a noite.
Por causa disso, a floresta localizada ao sul de Andara, abria as portas para exploradores que burlavam as suas leis de proteção, retirando o que tinha de mais precioso: a vida. Grande número de piratas saqueavam flores raras, ervas medicinais, animais em extinção e vendiam por preços absurdos no mercado negro; destruindo toda a vida da floresta, e tornado-a cada vez mais sombria.
Ainda não era nem sete horas e um garoto com cabelos bagunçado espiava por entre o vidro da janela o movimento e o ruído das árvores do lado de fora. Vestia um suéter azul devido ao frio intenso daquela manhã, seu corpo estava quase todo coberto por grossas roupas. Em seu peito uma fina corrente dourada sustentava um pingente em forma de lua, subindo e descendo ao compasso de sua respiração. Seus olhos combinavam com o cabelo teimoso. E suas expressões eram de ansiedade, ternura e curiosidade.
- Porque está acordado a essa hora...? – partiu uma voz de uma cama ao lado da outra vazia. - ...ainda são seis e meia... você não disse que a palestra começa as dez?
- É... Devo ter mencionado... - disse virando-se para o irmão e dando um largo sorriso. – A floresta está linda... a chuva de ontem deu um novo animo a ela...
O garoto virou-se para o outro lado e voltou a dormir resmungando coisas indecifráveis pela sonolência.

Acho que comentar os post não custa nada, então comentem (se é que alguém lê)...
Nesse terceiro capitulo de Cards Chronicle temos o surgimento de mais um personage e mais um guardião... que segredos os aguardam...
Sobre o blog oficial... Tive um pequeno problema com o revisionista, mas algo que se resolva logo, também não tenho pressa, já que eu acho que ninguém lê isso aqui mesmo...
Valeu primos por me receberem tão bem em sua casa neste natal, acho que tabto eu como vocês ficamos irreconheciveis depois de um tempo de penumbra...
Paulo M. Goulart

Cards Captors - A Nova Busca Pelas Cartas
Dezembro / 2007
História Original: Clamp 1996; Japão
Alguns nomes e imagens são de autoria do estudio Clamp e de direitos reservados as autoras. Os demais são de direitos do autor desta história.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Cards Infinity - A Nova Busca Pelas Cartas (II)

Capitulo 2
A Casa das Pétalas Azuis
Paulo M. Goulart


Dois homens andavam lado a lado de um dos lados da rua. Um alto com roupas vermelhas, o outro de estatura mediana com roupas verdes. Iam a um caminho já conhecido, atravessando a rua.
- Novidades? – perguntou o menor com a mão na cabeça, tentando arrumar o cabelo que era bagunçado pelo vento.
- Não muitas... Ultimamente o conselho anda desligado dos assuntos da presidência, não estão se importando. Na verdade, acho que eles nunca se importaram. Querem a penas o lucro mensal para gastar tudo com sei lá o que... Por aqui. – Apontou a uma esquina, mostrando-lhe o caminho. – A floricultura da minha família fica logo em frente.
- Estou ansioso para conhecê-la, você fala tão bem dela em todos esses anos que trabalhamos juntos.
- É verdade... Há alguns anos abrimos está floricultura aqui em Andara. Pra minha esposa e filha não se sentirem sozinhas. Mas eu não pensei que seria um empreendimento que desse tão certo. – Sorria o homem alto, enquanto falava e lembrava-se de alguma coisa do passado.
Andaram por mais um tempo, passando por casas bem construídas, com enormes jardins decorando a sua frente. No asfalto podia se viver uma pequena miragem de uma poça d’água. O calor que estava fazendo foi além do normal do que costumava ser. Sem duvida aquele era o dia mais quente de todo o ano.
- É aqui. Chegamos... Eu lhe apresento a Floricultura Nadesico – O homem com roupas vermelhas adentrava o local com intimidade convidando o outro a entrar.
Havia uma placa no alto da construção intitulada com o mesmo nome que o homem alto havia falado. Flores rosa e violeta decoravam a entrada, combinado com a tinta azul claro que era pintada a loja. Um doce perfume de jasmim inundava todo o ambiente, trazendo conforto e tranqüilidade.Bem na portaria tinha um balcão de mármore, também decorado com flores rosa, as mesmas da entrada. Uma garota com longos cabelos negros encontrava-se sentada atrás da bancada esperando por clientes que viessem a aparecer. Usava roupas em tons claros, do azul ao verde. Apresentava ter uns 19 anos, com um corpo feminino completamente formado. Tinha uma pele bem cuidada, em um tom moreno claro. Eram poucos os acessórios que usava, tudo muito simples e bastante delicados. Sentada em uma cadeira lia um livro com o título Flores Ornamentais do Oriente. Decididamente concentrada em decorar todos os nomes, suas funções e seus ambientes. Essa era sua principal virtude, estudar e aprender tudo que estava a sua volta e o que lhe exigiam.



Bom... Como puderam notar esse é o segundo capítulo de Cards Chronicles...

Tenho que confessar que esses dias me impediram de escrever; forças maiores...
Mas ainda é firmado que dia 20 de Dezembro o blog oficial será divulgado...
Agradeço ao apoio dos meus amigos que me incentivam a continuar e espero que incentivem muito por que não está muito facil... Dependem de vocês tudo isso se tornar REALIDADE.
Valeu Renato, Lorrany, Fabiano e Michele... ¬¬ memória fraca é dose...
Paulo M. Goulart


Cards Captors - A Nova Busca Pelas Cartas
Dezembro / 2007
História Original: Clamp 1996; Japão
Alguns nomes e imagens são de autoria do estudio Clamp e de direitos reservados as autoras. Os demais são de direitos do autor desta história.

sábado, 1 de dezembro de 2007

Música de Animes


El Hazard - Abertura em Japonês • 4:35
Magic Knight Rayearth - Abertura em Japonês • 3:53
Tenchi Muyo - Abertura em Japonês • 5:08
Tenchi Muyo - Abertura em Japonês • 3:45
Dragon Ball Z - Abertura em Japonês • 3:21
Card Captor Sakura - Abetura em Japonês • 4:12
Card Captor Sakura - Trilha Sonora • 4:10
Tenchi Muyo O Filme • 4:47
Pokémon Battle Frontier • 4:09
Digimon Tamers - Trinha Sonora • 4:00
Saint Seiya - Trilha Sonora • 4:28
Bucky - Abertura em Japonês • 4:54
Yuyu Hakusho - Abertura em Japonês • 4:15
Gravitation - Trilha Sonora • 3:58

2007年12月01日発売
パウロ ゴウラルッ
Paulo M. Goulart