Capítulo 4
Folhas Brilhantes
Paulo M. Goulart ©2008
Folhas Brilhantes
Paulo M. Goulart ©2008
(...)
No último passo ele não sentiu seu pé firmar no chão. Um grande calafrio invadiu seu corpo e ele se viu caindo e rolando por entre galhos e pedras do barranco, que estava as suas costas. A queda se tornava mais íngreme e mais tortuosa na mediada que descia desgovernado ladeira abaixo. Vários galhos passavam rasgando sua roupa e seu corpo, por onde passava deixava rastros de tecidos desfiados presos nos galhos. Seu corpo foi se enchendo de ferimentos, já estava dolorido com tantas pancadas de pedras em que batia.
A ladeira foi se foi se distanciando mais e mais do barranco, era bem maior do que parecia ser. Vista de cima era tão inofensiva, mas a queda não perdoava, seu corpo estava pedindo socorro, não suportava mais os ferimentos e as batidas. Seus olhos foram se fechando e aos poucos foi perdendo a consciência. A queda suavizou no momento certo, o terreno ficou mais plano, e alguns galhos o seguraram, impedindo de continuasse a descer.
Demorou muito para que, finalmente abrisse seus olhos. Seu corpo estava todo machucado e vermelho, sangrava de todas as partes e era difícil decidir qual doía mais ou estava mais feio.
Mexeu. Tentou se virar, mas um grito muito forte saiu de sua boca, ecoou por todos os lugares, mas ninguém o escutou para vir ao seu socorro. Seu braço esquerdo permaneceu imóvel e ensangüentado, caindo sobre os galhos que o detiveram. Tentou levantá-lo novamente, mas mais u grito veio. Uma dor descomunal invadiu seu corpo surgindo daquele lugar. Seu braço havia se quebrado, no lugar onde foi fraturado houve a formação de um grande hematoma. A dor era a maior que já tinha sentindo, e qualquer movimento aumentava ainda mais.
Juntou todas as suas forças para poder se levantar, os galho que o seguravam se agitavam; segurou um que viu ao alto e com um impulso se levantou. Cambaleou para os lados, a queda ainda o deixava tonto, teve que se segurar com bastante firmeza aos galhos para que não caísse novamente. Seus olhos ainda estavam embaçados, mal conseguia visualizar de onde despencou. Gotas de sangue e suor percorriam seu corpo e a cada movimento uma dor nova surgia em algum lugar. O suo não contribuía nada, além de deixá-lo com uma horrível sensação contribuía para deixá-lo desnorteado a cada gota que invadia os seus olhos.
Aos poucos as imagens a sua volta foi se formando, a colina da qual caiu ganhou forma diante dos seus olhos, a selva mais densa se formou a sua volta. Conseguiu ver a roupa toda rasgada e manchada com o seu sangue. Viu o seu braço esquerdo, quebrado, escorado inconscientemente sob seu corpo. As imagens se tornaram mais claras e recobrou completamente os sentidos.
Ainda estava muito confuso com o que tinha acontecido. Tudo foi muito rápido, em segundos estava no alto lendo a mensagem de Clow Red, segundos depois havia despencado por dez metros indo parar onde estava agora.
Com um olhar quase clinico reconheceu seu braço quebrado e os vários cortes em todos os lugares. A mão ainda estava dormente e mais uma forte sensação de estar sendo chamada e observado se juntava a tudo o que estava passando.Seus olhos, agora mais secos, olhavam para marca na mão direita, nesses últimos minutos ela ficou mais forte e mais evidente, assim como a imagem do livro.
(...)No último passo ele não sentiu seu pé firmar no chão. Um grande calafrio invadiu seu corpo e ele se viu caindo e rolando por entre galhos e pedras do barranco, que estava as suas costas. A queda se tornava mais íngreme e mais tortuosa na mediada que descia desgovernado ladeira abaixo. Vários galhos passavam rasgando sua roupa e seu corpo, por onde passava deixava rastros de tecidos desfiados presos nos galhos. Seu corpo foi se enchendo de ferimentos, já estava dolorido com tantas pancadas de pedras em que batia.
A ladeira foi se foi se distanciando mais e mais do barranco, era bem maior do que parecia ser. Vista de cima era tão inofensiva, mas a queda não perdoava, seu corpo estava pedindo socorro, não suportava mais os ferimentos e as batidas. Seus olhos foram se fechando e aos poucos foi perdendo a consciência. A queda suavizou no momento certo, o terreno ficou mais plano, e alguns galhos o seguraram, impedindo de continuasse a descer.
Demorou muito para que, finalmente abrisse seus olhos. Seu corpo estava todo machucado e vermelho, sangrava de todas as partes e era difícil decidir qual doía mais ou estava mais feio.
Mexeu. Tentou se virar, mas um grito muito forte saiu de sua boca, ecoou por todos os lugares, mas ninguém o escutou para vir ao seu socorro. Seu braço esquerdo permaneceu imóvel e ensangüentado, caindo sobre os galhos que o detiveram. Tentou levantá-lo novamente, mas mais u grito veio. Uma dor descomunal invadiu seu corpo surgindo daquele lugar. Seu braço havia se quebrado, no lugar onde foi fraturado houve a formação de um grande hematoma. A dor era a maior que já tinha sentindo, e qualquer movimento aumentava ainda mais.
Juntou todas as suas forças para poder se levantar, os galho que o seguravam se agitavam; segurou um que viu ao alto e com um impulso se levantou. Cambaleou para os lados, a queda ainda o deixava tonto, teve que se segurar com bastante firmeza aos galhos para que não caísse novamente. Seus olhos ainda estavam embaçados, mal conseguia visualizar de onde despencou. Gotas de sangue e suor percorriam seu corpo e a cada movimento uma dor nova surgia em algum lugar. O suo não contribuía nada, além de deixá-lo com uma horrível sensação contribuía para deixá-lo desnorteado a cada gota que invadia os seus olhos.
Aos poucos as imagens a sua volta foi se formando, a colina da qual caiu ganhou forma diante dos seus olhos, a selva mais densa se formou a sua volta. Conseguiu ver a roupa toda rasgada e manchada com o seu sangue. Viu o seu braço esquerdo, quebrado, escorado inconscientemente sob seu corpo. As imagens se tornaram mais claras e recobrou completamente os sentidos.
Ainda estava muito confuso com o que tinha acontecido. Tudo foi muito rápido, em segundos estava no alto lendo a mensagem de Clow Red, segundos depois havia despencado por dez metros indo parar onde estava agora.
Com um olhar quase clinico reconheceu seu braço quebrado e os vários cortes em todos os lugares. A mão ainda estava dormente e mais uma forte sensação de estar sendo chamada e observado se juntava a tudo o que estava passando.Seus olhos, agora mais secos, olhavam para marca na mão direita, nesses últimos minutos ela ficou mais forte e mais evidente, assim como a imagem do livro.
Bom... Demorou para atualizar... e muito...
Mas foi por causa dos feriados de ano novo, etc...
Mas está aí...
Quero continuar com os meus agradecimentos, desta vez à Michele, Márcio, Fernando, DJ (Thank you so much to speak with me by in all momentes, I'm really thankful) e em especial para Hugo Flávio.
E como prometido, aqui está o link do blog Oficial de Cards Chronicles...
Paulo M. Goulart ©2008
Cards Captors - A Nova Busca Pelas Cartas
Fevereiro / 2008
História Original: Clamp ©1996; Japão
Alguns nomes e imagens são de autoria do estudio Clamp e de direitos reservados as autoras. Os demais são de direitos do autor desta história.
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